Influenzanet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet

http://www.influenzanet.info/

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Developing the framework for an epidemic forecast infrastructure.
http://www.epiwork.eu/

The Seventh Framework Programme (FP7) bundles all research-related EU initiatives.

7th Framework Logo
Participating countries and volunteers:

The Netherlands 0
Belgium 0
Portugal 1878
Italy 5200
Great Britain 0
Sweden 0
Germany 0
Austria 0
Switzerland 0
France 6367
Spain 1059
Ireland 262
InfluenzaNet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet. It has been operational in The Netherlands and Belgium (since 2003), Portugal (since 2005) and Italy (since 2008), and the current objective is to implement InfluenzaNet in more European countries.

In contrast with the traditional system of sentinel networks of mainly primary care physicians coordinated by the European Influenza Surveillance Scheme (EISS), InfluenzaNet obtains its data directly from the population. This creates a fast and flexible monitoring system whose uniformity allows for direct comparison of ILI rates between countries.

Any resident of a country where InfluenzaNet is implemented can participate by completing an online application form, which contains various medical, geographic and behavioural questions. Participants are reminded weekly to report any symptoms they have experienced since their last visit. The incidence of ILI is determined on the basis of a uniform case definition.

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INSA identificou 150 mutações do novo coronavírus.

INSA identificou 150 mutações do novo coronavírus.

O Presidente do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), Fernando Almeida, afirmou que esta quarta-feira, na conferência de imprensa de atualização de informação relativa à infeção pelo novo coronavírus, que o INSA encontrou 150 mutações do novo coronavírus desde Wuhan, na China, até Portugal, depois de ter começado a sequenciar o genoma.

Na conferência de imprensa, o Secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, explicou que este estudo de âmbito nacional, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia e liderado pelo INSA, com a participação do Instituto Gulbenkian da Ciência e do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, pretende sequenciar mil genomas do coronavírus.

Antónia Lacerda Sales sublinhou que a sequenciação do genoma irá possibilitar «identificar cadeias de transmissão, a escala e a cronologia da transmissão, os pontos de entrada em Portugal», o que permitirá «avaliar o impacto das medidas de contenção», bem como «orientar as medidas a implementar em caso de um novo surto».

Até ao fim da semana, o INSA prevê sequenciar 450 amostras do novo coronavírus em Portugal, sendo que, até ao momento, já foram encontradas «150 mutações do coronavírus», afirmou o Presidente do INSA.

Fernando Almeida sublinhou que agora «é o tempo de ir em busca daquilo que o coronavírus nos pode dar em termos de resposta», explicando que a sequenciação do genoma do SARS-CoV-2 permite identificar «a impressão digital deste coronavírus» e perceber se o vírus que saiu de Wuhan «é o mesmo ou se tem outras linhas ou não».

«Este genoma permite também identificar clara e inequivocamente, num determinado doente que foi infetado com coronavírus, toda a sua linha de transmissão e de onde veio essa linha de transmissão», salientou o responsável, realçando que esta ferramenta «é muito importante» na fase de confinamento em que o país entrou.

Com este trabalho, os investigadores poderão também perceber se «há linhagens mais severas e mais agressivas» e que poderão constituir motivo de maior atenção no tratamento, explanou.

Para saber mais, consulte: 

Facebook da Direção-Geral da Saúde > Conferência de imprensa 06/05/2020

Fonte: SNS (Noticia original

6 de May de 2020 às 15:20