Influenzanet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet

http://www.influenzanet.info/

Epiwork Logo
Developing the framework for an epidemic forecast infrastructure.
http://www.epiwork.eu/

The Seventh Framework Programme (FP7) bundles all research-related EU initiatives.

7th Framework Logo
Participating countries and volunteers:

The Netherlands 0
Belgium 0
Portugal 1877
Italy 5195
Great Britain 0
Sweden 0
Germany 0
Austria 0
Switzerland 2597
France 12202
Spain 1058
Ireland 262
InfluenzaNet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet. It has been operational in The Netherlands and Belgium (since 2003), Portugal (since 2005) and Italy (since 2008), and the current objective is to implement InfluenzaNet in more European countries.

In contrast with the traditional system of sentinel networks of mainly primary care physicians coordinated by the European Influenza Surveillance Scheme (EISS), InfluenzaNet obtains its data directly from the population. This creates a fast and flexible monitoring system whose uniformity allows for direct comparison of ILI rates between countries.

Any resident of a country where InfluenzaNet is implemented can participate by completing an online application form, which contains various medical, geographic and behavioural questions. Participants are reminded weekly to report any symptoms they have experienced since their last visit. The incidence of ILI is determined on the basis of a uniform case definition.

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"Teste do pezinho" em 2019

"Teste do pezinho" em 2019

Em 2019, foram estudados 87.364 recém-nascidos no âmbito do Programa Nacional de Rastreio Neonatal (PNRN), coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), através da sua Unidade de Rastreio Neonatal, Metabolismo e Genética do Departamento de Genética Humana. Em relação a 2018, foram realizados mais 537 “testes do pezinho” (86.827).

Lisboa foi o distrito com o maior número de bebés estudados (26.281), seguido do Porto (15.701) e Setúbal (6.723), enquanto que Portalegre (621), Bragança (629) e Guarda (697) foram os distritos onde menos testes foram efetuados. Outubro foi o mês com mais recém-nascidos rastreados (8.516), seguido de janeiro (8.291) e agosto (7.599).

Analisando os dados desde 2014, verifica-se que nesse ano foram realizados 83.100 “testes do pezinho”, número que subiu para 85.056 em 2015 e para 87.577 em 2016. Em 2017, o número de recém-nascidos estudados diminuiu para 86.180, voltando depois a subir em 2018 (86.827) e em 2019 (87.364).

Desde a sua criação, em 1979, o PNRN, conhecido como “teste do pezinho”, já permitiu o rastreio de mais de 3,8 milhões de recém-nascidos, tendo sido detetadas 2.132 crianças com doenças raras que puderam iniciar rapidamente o tratamento. Até ao final de 2018, foram rastreadas 3.803.068 crianças e diagnosticados 2.132 casos, 779 dos quais de doenças metabólicas, 1.304 de hipotiroidismo congénito e 49 de fibrose quística.

O “teste do pezinho” é um exame efetuado a partir do terceiro dia de vida do recém-nascido, através da recolha de umas gotículas de sangue no pé do bebé, que permite diagnosticar algumas doenças graves que clinicamente são muito difíceis de diagnosticar nas primeiras semanas de vida e que mais tarde podem provocar atraso mental, alterações neurológicas graves, alterações hepáticas ou até situações de coma.

O exame deve ser efetuado entre o terceiro e o sexto dia de vida do recém-nascido, porque antes do terceiro dia os valores dos marcadores existentes do sangue do bebé podem não ter valor diagnóstico e após o sexto dia alguns marcadores perdem sensibilidade. Todos os casos positivos são posteriormente encaminhados para a rede de centros de tratamento, sediados em instituições hospitalares de referência.

Fonte: INSA (Noticia original

20 de January de 2020 às 13:28