Influenzanet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet

http://www.influenzanet.info/

Epiwork Logo
Developing the framework for an epidemic forecast infrastructure.
http://www.epiwork.eu/

The Seventh Framework Programme (FP7) bundles all research-related EU initiatives.

7th Framework Logo
Participating countries and volunteers:

The Netherlands 0
Belgium 0
Portugal 1390
Italy 4905
Great Britain 0
Sweden 0
Germany 0
Austria 0
Switzerland 1496
France 5776
Spain 1038
Ireland 235
InfluenzaNet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet. It has been operational in The Netherlands and Belgium (since 2003), Portugal (since 2005) and Italy (since 2008), and the current objective is to implement InfluenzaNet in more European countries.

In contrast with the traditional system of sentinel networks of mainly primary care physicians coordinated by the European Influenza Surveillance Scheme (EISS), InfluenzaNet obtains its data directly from the population. This creates a fast and flexible monitoring system whose uniformity allows for direct comparison of ILI rates between countries.

Any resident of a country where InfluenzaNet is implemented can participate by completing an online application form, which contains various medical, geographic and behavioural questions. Participants are reminded weekly to report any symptoms they have experienced since their last visit. The incidence of ILI is determined on the basis of a uniform case definition.

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Atividade gripal com intensidade baixa e a descer nas regiões Norte e Centro

Atividade gripal com intensidade baixa e a descer nas regiões Norte e Centro

A época gripal em Portugal está a registar uma intensidade baixa a moderada, anunciou no dia 9 de janeiro a Diretora-Geral da Saúde (DGS), Graça Freitas. 

Em conferência de imprensa conjunta com o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), Graça Freitas admitiu que o pico da gripe poderá já ter sido atingido, havendo uma atividade gripal em fase descendente, mas que apresenta diferenças regionais. 

O Alentejo não registou atividade epidémica e o Algarve está a agora a entrar em fase epidémica. Nas regiões Norte e Centro a atividade gripal está já a descer. Em Lisboa e Vale do Tejo, a gripe encontra-se "num planalto", ainda sem descida.

Graça Freitas adiantou que há três razões essenciais que explicam estes baixos níveis. 

“Se interpretássemos esta época gripal eu diria que tivemos dois fatores da natureza e um humano a interferir: o das temperaturas, já que tivemos um inverno ameno; as características de um vírus do tipo B, em que a atividade gripal é habitualmente menos intensa e o fator humano, que é o da adesão à vacinação contra a gripe. Nunca se vacinou tanto em Portugal como este ano. Só no Serviço Nacional de Saúde vacinámos cerca de 10% a mais do que nos anos anteriores, em períodos homólogos”, a que se juntaram mais de 600 mil cidadãos que adquiriram vacinas em farmácias.

Este ano, mais idosos foram vacinados contra a gripe e tem havido menos carga de doença nesta população. Entre os jovens com menos de 18 anos está já a registar-se, nas últimas duas semanas, uma descida dos casos.

Em Portugal, o vírus da gripe dominante esta época tem sido o do tipo B, ao contrário do que se passa na maioria dos restantes países da Europa. O vírus do tipo B tem sido consistentemente responsável por épocas de gripe mais benignas (menor impacto quer na morbilidade, quer na mortalidade por todas as causas).

Ricardo Mestre, vogal do conselho diretivo da ACSS, entidade que é responsável pela monitorização dos recursos nos estabelecimentos do SNS, nomeadamente nos cuidados de saúde primários e hospitalares, garantiu que as camas adicionais de internamento abertas nos hospitais ao abrigo dos planos de contingência, não têm tido utilização elevada. Até 9 de janeiro, em termos nacionais, de um total de 1.496 camas previstas nos planos de contingência das unidades hospitalares do SNS, 775 encontram-se ativadas, o que corresponde a 51,8%. 

Ao nível dos CSP, estão a funcionar 114 centros de saúde com horário alargado em todo o país. 

Fonte: DGS (Noticia original

13 de January de 2020 às 09:54