Influenzanet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet

http://www.influenzanet.info/

Epiwork Logo
Developing the framework for an epidemic forecast infrastructure.
http://www.epiwork.eu/

The Seventh Framework Programme (FP7) bundles all research-related EU initiatives.

7th Framework Logo
Participating countries and volunteers:

The Netherlands 0
Belgium 0
Portugal 1461
Italy 4991
Great Britain 0
Sweden 0
Germany 0
Austria 0
Switzerland 1536
France 6233
Spain 1041
Ireland 246
InfluenzaNet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet. It has been operational in The Netherlands and Belgium (since 2003), Portugal (since 2005) and Italy (since 2008), and the current objective is to implement InfluenzaNet in more European countries.

In contrast with the traditional system of sentinel networks of mainly primary care physicians coordinated by the European Influenza Surveillance Scheme (EISS), InfluenzaNet obtains its data directly from the population. This creates a fast and flexible monitoring system whose uniformity allows for direct comparison of ILI rates between countries.

Any resident of a country where InfluenzaNet is implemented can participate by completing an online application form, which contains various medical, geographic and behavioural questions. Participants are reminded weekly to report any symptoms they have experienced since their last visit. The incidence of ILI is determined on the basis of a uniform case definition.

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Saúde Humana, Animal e Ambiental: Uma só saúde

Saúde Humana, Animal e Ambiental: Uma só saúde

Investigadores de mais de 80 países estiveram reunidos no 3º Congresso Internacional de 'Uma só saúde' ('One Health'), de 15 a 18 de Março, em Amsterdão, Holanda. Portugal esteve representado pela presença da coordenadora executiva do nosso projecto Gripenet, Ana Franco. Este congresso teve como foco o modo como a ciência pode ajudar na prevenção, identificação e controlo precoce de doenças (infecciosas) emergentes e re-emergentes que têm um impacto crescente em pessoas e animais, assim como nos seus ecossistemas.

Os surtos recentes de doenças transmitidas dos animais para as pessoas que têm ocorrido por todo o mundo, como o Ébola, o Síndrome Respiratório do Médio Oriente (MERS-CoV), e a Gripe aviária, demonstraram uma vez mais a ameaça e impacto socio-económico à escala mundial das doenças infecciosas, colocando em evidência a necessidade de forte colaboração internacional.

"É essencial identificar os factores que predispõem para a ocorrência de doenças novas emergentes", afirmou Ab Osterhaus, chair do Conselho Consultivo Científico do Congresso.

No congresso foi também abordada a importante problemática da resistência das bactérias aos antibióticos, tendo sido discutidos factores determinantes e alternativas ao uso de antibióticos, no âmbito da medicina humana e veterinária.

O evento incidiu na colaboração multidisciplinar envolvendo disciplinas da saúde humana, veterinária, e dos ecossistemas, assim como outras ciências da vida, ciências sociais e informática.

O Congresso teve o apoio de variados parceiros internacionais de renome, como a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), e a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

O que é "Uma só Saúde"?
O conceito de 'Uma só Saúde' baseia-se na constatação de que a saúde humana e animal estão intimamente ligadas e têm uma interacção comum com o ambiente. As pessoas e os animais têm interacções socio-económicas através de contacto físico directo, da cadeia alimentar, e do ambiente. Estima-se que cerca de 75% das novas infecções humanas emergentes têm origem em agentes zoonóticos, isto é, são transmitidas naturalmente de animais para pessoas. Outras infecções dependem de agentes intermediários (chamados vectores), como por exemplo mosquitos ou carraças para serem transmitidas dos animais para as pessoas. Para além disso, a saúde ambiental e dos ecossistemas pode impactar negativamente a saúde humana e animal através de problemas como a contaminação, poluição, e condições de pobreza que podem levar a novas doenças. Como tal, é necessário que médicos, veterinários e outros profissionais das ciências da saúde e autoridades de saúde pública colaborem e trabalhem em conjunto de modo a salvaguardar a saúde e bem estar das pessoas, animais domésticos, animais selvagens e ambiente.

(Fonte: Adaptado de 3rd International One Health Congress)

22 de March de 2015 às 23:00