Influenzanet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet

http://www.influenzanet.info/

Epiwork Logo
Developing the framework for an epidemic forecast infrastructure.
http://www.epiwork.eu/

The Seventh Framework Programme (FP7) bundles all research-related EU initiatives.

7th Framework Logo
Participating countries and volunteers:

The Netherlands 0
Belgium 0
Portugal 1875
Italy 5187
Great Britain 0
Sweden 0
Germany 0
Austria 0
Switzerland 2591
France 11948
Spain 1057
Ireland 262
InfluenzaNet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet. It has been operational in The Netherlands and Belgium (since 2003), Portugal (since 2005) and Italy (since 2008), and the current objective is to implement InfluenzaNet in more European countries.

In contrast with the traditional system of sentinel networks of mainly primary care physicians coordinated by the European Influenza Surveillance Scheme (EISS), InfluenzaNet obtains its data directly from the population. This creates a fast and flexible monitoring system whose uniformity allows for direct comparison of ILI rates between countries.

Any resident of a country where InfluenzaNet is implemented can participate by completing an online application form, which contains various medical, geographic and behavioural questions. Participants are reminded weekly to report any symptoms they have experienced since their last visit. The incidence of ILI is determined on the basis of a uniform case definition.

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Antivirais para ajudar a controlar a epidemia de Gripe

Antivirais para ajudar a controlar a epidemia de Gripe

Depois de mais um pico, a incidência de síndroma gripal em Portugal parece ter voltado a descer, segundo os dados do Gripenet (figura deste artigo, a 29 Janeiro 2015), mas a actividade gripal continua ainda alta. De acordo com o último Boletim de Vigilância Epidemiológica da Gripe emitido pelo INSA, referente à quarta semana deste ano (19 a 25 Janeiro):

• Apesar do vírus tipo B continuar a ser o predominante, aumentou ligeiramente o número de casos devidos a vírus do subtipo A(H3), actualmente responsável por cerca de um terço dos casos de gripe confirmados laboratorialmente em Portugal. Tal como verificado nas semanas anteriores no país (assim como no resto da Europa e EUA), a maioria dos vírus do subtipo A(H3) analisados não correspondem às estirpes da vacina desta época.

• Houve uma diminuição do número de novos casos de gripe admitidos nas Unidades de Cuidados Intensivos, cuja taxa foi de 3,5%, na sua maioria devido ao vírus Influenza B (86% dos casos).

• A mortalidade 'por todas as causas' em Portugal continuou com valores acima do esperado, mas desceu ligeiramente em relação à semana anterior, pelo que é provável que esteja a iniciar o período de decréscimo, afirma o Boletim do INSA.

Para controlar a epidemia de gripe em curso, a DGS implementou no início da semana duas novas medidas:

• Uma foi criar uma reserva estratégica nacional de um medicamento antiviral, o zanamavir endovenoso, a utilizar como último recurso para os casos mais graves.

• A outra foi emitir recomendações para os médicos sobre quais os doentes que devem tomar o zanamavir, e quais os que devem tomar o mais conhecido Tamiflu. Segundo estas orientações, são vários os grupos de pacientes que devem ser prescritos com Tamiflu, mesmo antes da confirmação laboratorial de gripe, nomeadamente: grupos de risco (incluindo pacientes com a partir de 65 anos, doença crónica, ou imuno-depressão), casos de doença grave ou progressiva em meio hospitalar, doentes internados, e profissionais de saúde.

Ana Franco

Figura: Curva de incidência do síndrome gripal (ILI: Influenza-Like Ilness) por 100 mil indivíduos (Fonte: dados do Gripenet).

29 de January de 2015 às 23:55