Influenzanet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet

http://www.influenzanet.info/

Epiwork Logo
Developing the framework for an epidemic forecast infrastructure.
http://www.epiwork.eu/

The Seventh Framework Programme (FP7) bundles all research-related EU initiatives.

7th Framework Logo
Participating countries and volunteers:

The Netherlands 0
Belgium 0
Portugal 2364
Italy 5486
Great Britain 0
Sweden 0
Germany 0
Austria 0
Switzerland 2650
France 9359
Spain 1063
Ireland 262
InfluenzaNet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet. It has been operational in The Netherlands and Belgium (since 2003), Portugal (since 2005) and Italy (since 2008), and the current objective is to implement InfluenzaNet in more European countries.

In contrast with the traditional system of sentinel networks of mainly primary care physicians coordinated by the European Influenza Surveillance Scheme (EISS), InfluenzaNet obtains its data directly from the population. This creates a fast and flexible monitoring system whose uniformity allows for direct comparison of ILI rates between countries.

Any resident of a country where InfluenzaNet is implemented can participate by completing an online application form, which contains various medical, geographic and behavioural questions. Participants are reminded weekly to report any symptoms they have experienced since their last visit. The incidence of ILI is determined on the basis of a uniform case definition.

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AssIsT'U - aplicação móvel para Cuidados Intensivos

AssIsT'U - aplicação móvel para Cuidados Intensivos

Milhares de doentes são admitidos todos os anos em unidades de cuidados intensivos, por todo o mundo. Destes doentes, uma grande maioria irá requerer Entubação Endotraqueal, ficando incapacitados de comunicar com os seus cuidadores e familiares. Esta incapacidade gera muitas vezes ansiedade e confusão, episódios de delírio e dificulta sobremaneira a capacidade por parte dos profissionais de saúde de diagnosticar e tratar devidamente a dor e outros sintomas muito típicos de doentes críticos.

A partir de agora será mais fácil ao profissional de saúde perceber as queixas dos seus pacientes. Através de um ‘layout’ simples e "elegante", um português e um britânico desenvolveram uma aplicação que melhora a comunicação com os pacientes na Unidade de Cuidados Intensivos e durante a sua reabilitação.

Nuno Pinto (na foto), um enfermeiro português, vê agora a sua ideia posta em prática. Quase três anos depois, a aplicação “assIsT’U” já está em funcionamento num hospital britânico. A aplicação pensada pelo enfermeiro — juntamente com o médico britânico Paul Hayden — ganhou o prémio “Nursing Standard Highly Commended Award for Innovation in Emergency and Critical Care 2012” e contou com o apoio financeiro do governo britânico.

Até ao aparecimento do “assIsT’U” a forma de comunicar com os doentes era “com papel e caneta, ler os lábios e uma capa com mais de 100 páginas com símbolos”. “Perdíamos muito tempo a tentar perceber o que o doente nos queria dizer, era muito complicado”, afirma Nuno Pinto ao Público 3. 

A aplicação assIsT'U esta dividida em duas grandes partes: ‘Communicate’ e ‘Rehabilitate’.

Communicate é composta por "teclado virtual", "writing finger pad" e "quadros de símbolos" que permitem ao doente comunicar mesmo com pouca forca muscular e dificuldade em executar movimentos finos.

Rehabilitate tem um conjunto de vídeos com exercícios de reabilitação que permitirão ao doente perceber de que modo são efectuados determinados exercícios e realizar os mesmos sob mínima supervisão. O doente poderá depois registar o grau de dificuldade de cada exercício e assim permitir ao fisioterapeuta/enfermeiro de reabilitação ajustar os exercícios. 

Para os profissionais está ainda disponível um conjunto de ferramentas de avaliação que permitem avaliar componentes como "dor", "delírio" ou "nível de sedação". Todos estes resultados podem ser registados num "diário do doente" para utilização futura por profissionais.

“A secção da Comunicação era a nossa ideia inicial, mas decidimos acrescentar mais secções e tornar a aplicação ainda mais interessante”, disse Nuno Pinto.
Com esta “app” é possível perceber onde o doente tem dor e qual a sua intensidade. “A dor é um dos sintomas mais importantes na unidade de cuidados intensivos”, explica.

Neste momento, a aplicação está disponível apenas na versão em inglês e para Ipad. Contudo, Nuno tem como prioridade tentar conseguir uma versão em português. “ Afinal, Portugal é o meu país.”


Adaptado de http://diasporadosenfermeiros.com e de http://p3.publico.pt

A aplicação no iTunes: https://itunes.apple.com/gb/app/assistu/id783660899?mt=8

20 de February de 2014 às 15:30