Influenzanet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet

http://www.influenzanet.info/

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Developing the framework for an epidemic forecast infrastructure.
http://www.epiwork.eu/

The Seventh Framework Programme (FP7) bundles all research-related EU initiatives.

7th Framework Logo
Participating countries and volunteers:

The Netherlands 0
Belgium 0
Portugal 2390
Italy 0
Great Britain 0
Sweden 0
Germany 0
Austria 0
Switzerland 2660
France 6077
Spain 1063
Ireland 0
InfluenzaNet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet. It has been operational in The Netherlands and Belgium (since 2003), Portugal (since 2005) and Italy (since 2008), and the current objective is to implement InfluenzaNet in more European countries.

In contrast with the traditional system of sentinel networks of mainly primary care physicians coordinated by the European Influenza Surveillance Scheme (EISS), InfluenzaNet obtains its data directly from the population. This creates a fast and flexible monitoring system whose uniformity allows for direct comparison of ILI rates between countries.

Any resident of a country where InfluenzaNet is implemented can participate by completing an online application form, which contains various medical, geographic and behavioural questions. Participants are reminded weekly to report any symptoms they have experienced since their last visit. The incidence of ILI is determined on the basis of a uniform case definition.

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Alterações climáticas: gripes mais severas

Alterações climáticas: gripes mais severas

Uma equipa de cientistas liderada por Sherry Torres, investigador no Centro de Ciências Computacionais e Modelagem Matemática da Universidade do Arizona, estudou os padrões das ondas de gripe e do clima nos EUA, desde a estação gripal de 1997-1998 até ao presente. Os analistas, que utilizaram os dados dos Centros de Controle de Doenças, encontraram um padrão para dois tipos de Influenza (A e B): invernos quentes são geralmente seguidos por estações de gripe severas​​.

"Parece que menos pessoas contraem gripe durante os invernos quentes, e isso faz com que uma grande parte da população permaneça vulnerável para a próxima temporada, causando um despertar precoce e forte dos surtos", diz Torres. "E quando a estação da gripe começa excepcionalmente cedo, grande parte da população não teve ainda a oportunidade de se vacinar, o que poderá tornar essa estação de gripe ainda pior."

A atual estação de gripe, que tem sido bastante intensa nos EUA, começou cedo e com intensidade. Seguiu-se a uma relativamente ‘suave’ temporada 2011-2012, que viu o menor pico de gripe desde que há dados fiáveis disponíveis, e coincidiu com o quarto inverno mais quente dos registos. De acordo com estudos anteriores, a transmissão da gripe diminui em condições quentes ou húmidas.

Se o aquecimento global continuar, invernos quentes vão-se se tornar mais comuns, e o impacto da gripe seguinte provavelmente será mais forte, dizem os autores do estudo, publicado na PLoS Currents, no início deste ano.

Este e outros artigos sobre investigação da gripe aqui

21 de March de 2013 às 21:58