Influenzanet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet

http://www.influenzanet.info/

Epiwork Logo
Developing the framework for an epidemic forecast infrastructure.
http://www.epiwork.eu/

The Seventh Framework Programme (FP7) bundles all research-related EU initiatives.

7th Framework Logo
Participating countries and volunteers:

The Netherlands 0
Belgium 0
Portugal 2391
Italy 0
Great Britain 0
Sweden 0
Germany 0
Austria 0
Switzerland 2722
France 7008
Spain 0
Ireland 0
InfluenzaNet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet. It has been operational in The Netherlands and Belgium (since 2003), Portugal (since 2005) and Italy (since 2008), and the current objective is to implement InfluenzaNet in more European countries.

In contrast with the traditional system of sentinel networks of mainly primary care physicians coordinated by the European Influenza Surveillance Scheme (EISS), InfluenzaNet obtains its data directly from the population. This creates a fast and flexible monitoring system whose uniformity allows for direct comparison of ILI rates between countries.

Any resident of a country where InfluenzaNet is implemented can participate by completing an online application form, which contains various medical, geographic and behavioural questions. Participants are reminded weekly to report any symptoms they have experienced since their last visit. The incidence of ILI is determined on the basis of a uniform case definition.

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A quarentena: da peste à gripe A

A quarentena: da peste à gripe A

A quarentena (do italiano "quaranta", que significa 40) foi adotada como um meio obrigatório de separar pessoas, animais e bens que possam ter sido expostos a uma doença contagiosa.
A quarentena foi introduzido pela primeira vez em 1377, em Dubrovnik, na costa Dalmácia da Croácia, e o primeiro hospital permanente para quarentenas (lazareto) foi aberto pela República de Veneza em 1423, na pequena ilha de Santa Maria di Nazareth. Lisboa também teve o seu lazareto, mandado construir por D. João II em 1490, em Porto Brandão.

No novo milénio, a estratégia de séculos de quarentena está-se a tornar um componente poderoso da resposta da saúde pública para doenças infecciosas emergentes e reemergentes. Durante a pandemia de 2003, de síndrome respiratória aguda grave, o uso da quarentena, controlos nas fronteiras, o rastreio de contactos e a vigilância sanitária mostrou-se eficaz na contenção da ameaça global em pouco mais de 3 meses.

Durante séculos, estas práticas têm sido a pedra angular de respostas organizadas a surtos de doenças infecciosas. No entanto, o uso de medidas de quarentena e outros para o controle de doenças epidémicas sempre foi controverso, porque tais estratégias levantam questões políticas, éticas, e socioeconómicas e requerem um equilíbrio cuidadoso entre o interesse público e os direitos individuais. Num mundo globalizado, cada vez mais vulnerável a doenças transmissíveis, uma perspectiva histórica pode ajudar a esclarecer o uso e as implicações de uma estratégia de saúde pública válida ainda. É este o tema do artigo de Eugenia Tognotti, da Universidade de Sassari, Itália, intitulado ‘Lessons from the History of Quarantine, from Plague to Influenza A’, publicado na revista ‘Emerging Infectious Diseases’, que sugerimos.

Imagem: Quarentena. Dormitório feminino, na fronteira Franco-italiana, durante a epidemia de cólera de 1865-1866.

O link para o artigo (em inglês): http://wwwnc.cdc.gov/eid/article/19/2/12-0312_article.htm

7 de January de 2013 às 21:15