Influenzanet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet

http://www.influenzanet.info/

Epiwork Logo
Developing the framework for an epidemic forecast infrastructure.
http://www.epiwork.eu/

The Seventh Framework Programme (FP7) bundles all research-related EU initiatives.

7th Framework Logo
Participating countries and volunteers:

The Netherlands 0
Belgium 0
Portugal 1390
Italy 4905
Great Britain 0
Sweden 0
Germany 0
Austria 0
Switzerland 1496
France 5776
Spain 1038
Ireland 235
InfluenzaNet is a system to monitor the activity of influenza-like-illness (ILI) with the aid of volunteers via the internet. It has been operational in The Netherlands and Belgium (since 2003), Portugal (since 2005) and Italy (since 2008), and the current objective is to implement InfluenzaNet in more European countries.

In contrast with the traditional system of sentinel networks of mainly primary care physicians coordinated by the European Influenza Surveillance Scheme (EISS), InfluenzaNet obtains its data directly from the population. This creates a fast and flexible monitoring system whose uniformity allows for direct comparison of ILI rates between countries.

Any resident of a country where InfluenzaNet is implemented can participate by completing an online application form, which contains various medical, geographic and behavioural questions. Participants are reminded weekly to report any symptoms they have experienced since their last visit. The incidence of ILI is determined on the basis of a uniform case definition.

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EUA: Inverno ameno, gripe como de costume

EUA: Inverno ameno, gripe como de costume

Os adultos norte-americanos que fizeram um auto-diagnóstico para casos de gripe, indicaram Fevereiro como o mês de pico, seguido de um decréscimo de 3% em Março, seguindo o padrão típico observado em anos anteriores, apesar de o Inverno deste ano se ter revelado mais quente do que o habitual. Os dados são dos Gallup-Healthways, que medem o Índice de Bem-Estar. Este inquérito perguntou a 1.000 americanos, por dia, se tinham uma constipação ou uma gripe, no dia de "ontem".

 A percentagem de americanos que relatam ter tido gripe ou constipação normalmente aumenta no Outono, atinge picos no Inverno, e declina na Primavera. Um padrão observado desde que os Gallup-Healthways começaram a acompanhar a estação da gripe, em 2008, com a excepção da época 2009-2010. Durante essa temporada, os episódios de gripe atingiram o pico em Outubro, a meio da pandemia do H1N1. Em geral, a percentagem de americanos que afirmam ter sofrido de constipação ‘ontem’ é cerca de três vezes mais que os que relatam ter tido gripe.

Numa pesquisa autónoma, 79% dos americanos concordaram que este Inverno foi mais quente que o habitual, na sua área de residência. O clima mais quente geralmente permite que as pessoas passem menos tempo em ambientes fechados, onde os vírus da gripe e da constipação tendem a se espalhar mais rapidamente do que acontece ao ar livre. No entanto, os americanos, na maioria das vezes, não parecem beneficiar das temperaturas invulgarmente quentes, em termos de relatórios ocorrências de constipações ou gripe.

 Outro dado interessante do inquérito é a relação entre a vulnerabilidade para a infecção gripal e o nível de rendimentos.

 Os americanos com renda familiar anual inferior a 36.000 dólares eram mais propensos a relatar ter uma constipação (10,8%) ou gripe (4,2%) no mês de Fevereiro (pico) do que aqueles que tinham rendimentos mais elevados. Os hispânicos foram os mais propensos, na divisão entre raças e etnias, a relatar ter constipações e gripes. Razões? Adultos de baixo rendimento e hispânicos podem ter menor probabilidade de obter um checkup anual durante o qual o médico receita a vacina contra a gripe. Adultos de baixo rendimento também podem ser propensos a usar o transporte público para e do trabalho, o que pode aumentar a transmissão da doença.

 Contudo, os americanos mais velhos, que são mais propensos a ter complicações fatais da gripe, foram, entre os grupos etários estudados, os que menos relataram ter tido gripe ou uma constipação em Fevereiro. Uma explicação possível é que quase todos os idosos têm acesso a cuidados de saúde através do Medicare e, portanto, têm maior probabilidade de, de forma fácil e barata, obter a vacina contra a gripe. Estando aposentados, gastam menos tempo em ambientes altamente populosos onde os vírus da gripe e da constipação se espalham. Também é possível que as campanhas de saúde pública, focadas em incentivar os cidadãos seniores para obterem uma vacina, seja outro factor que contribua para uma menor incidência de constipações e gripe entre os americanos mais velhos.

 Outro dado relevante é o de que os americanos que fumam são muito mais susceptíveis a contrair constipações do que os não fumantes, e ligeiramente mais propensos a ter gripe. De acordo com um estudo realizado pela Carnegie Mellon University, o tabagismo aumenta a severidade dessas doenças. Isto pode levar os fumantes a levarem mais tempo para se recuperarem, o que aumenta a probabilidade de relatarem estar doentes com constipação ou gripe dias antes do levantamento, em relação aos não fumantes.

O relatório-síntese da Gallup:

http://www.gallup.com/poll/153767/Typical-Flu-Cold-Season-Despite-Warmer-Winter.aspx

22 de April de 2012 às 06:32